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Intel Edison: como instalar e configurar, minhas primeiras impressões

Meu primeiro "hands on" com o Edison você pode conferir aqui, no site da Intel:  https://software.intel.com/en-us/node/541767 .

And so... Arduino Yún! - Parte III

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Agora vamos colocar o Yún no seu devido lugar: a nuvem, ou 雲, como vcs já aprenderam lá atrás. Para isso, molezinha: Quando ligamos o Yún pela primeira vez ele aparece como um access point, então vc pode vê-lo através do gerenciador de conexões de rede do seu notebook como Arduino Yun-XXXXXXX, assim: O número é único por Yún. Conecte-se ao bicho, abra o seu browser e aponte para: http://arduino.local ou 192.168.240.1 e você verá a tela de configuração da plaquinha: A senha é arduino . Digitada a senha, aparece a seguinte tela: Dá para ver os parâmetros das duas conexões possíveis, wifi e ethernet. Para colocar na nuvem a bichinha, temos que colocá-la como cliente na nossa rede. Para isso, clique em CONFIGURE e acesse: Aqui vc pode dar um nome para o seu Yun, alterar a senha de acesso a ele e, mais importante, colocá-lo na sua rede wifi. Configure a rede e clique em CONFIGURE AND RESTART. Isso feito,...

And so... Arduino Yún! - Parte II

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Este é o segundo post de uma série sobre o Arduino Yún. A primeira parte vc acha aqui . Chega de pago, som na caixa. Primeiro vamos usar o Yún exatamente como se fosse um "Arduino comum", ou seja, programando pela USB. Nada mais fácil: primeiro é preciso atualizar a IDE do Arduino ("pograminha" que a gente usa prá programar os outros Arduinos) para que suportem a nova plaquinha. Para isso, é só clicar cá . Procure pela versão compatível com o Yún que seja mais adequada para o seu caso (Mac, PC ou Linux). Para programar a plaquinha agora o procedimento é o mesmo de se programar qualquer Arduino via USB. O cabo é que é um pouco diferente, já que a ponta que vai no Yún é daquelas tipo mini-USB, dessa daí do lado. Uma vez feito o download, ao executar o programa vemos que agora aparece o Yún entre as opções de placa da lista, como você pode ver na imagem abaixo: Na hora de selecionar a porta, outra surpresa: agora o programa indica em qual porta o ...

And so... Arduino Yún! - Parte I

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No dia do meu aniversário de 50 anos, em 13/12 passado, meu amigo Tiago, um Arduino-aficcionado a quem eu tive o prazer de apresentar o mundo das plaquinhas, trouxe-me direto de NYC dois brinquedinhos novos: um Google Chromecast e um Arduino Yún. O Chormecast foi logo espetado na TV e passou imediatamente a prestar os seus serviços. Já o Yún ficou na caixa algum tempo e, como vieram as férias, fim de ano etc, só agora tive um tempo para começar a explorá-lo. Boralá? Esta é a plaquinha: Como dá prá ver, ela tem mais ou menos a cara de um Arduino Uno, e o mesmo tamanho. Apesar disso, ela é muito mais que o Uno. Senão vejamos: Um pouco de história Quando foi lançado, já nos idos de 2005, o primeiro modelo de Arduino trouxe um conceito novo ao mundo: uma plaquinha única contendo microprocessador, clock, porta serial, regulador de tensão e portas de entrada e saída, bem como uma IDE (software editor de programas) integrada capaz de compilar e enviar os programas direto para o ...

Comunicação Arduino-Raspberry Pi usando i²C - Parte II

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Agora, o hardware, quer dizer, como a gente "pluga" o Pi no Arduino. Nada mais fácil, como vcs verão a seguir. A conexão I²C prevê dois fios conectando os dispositivos, que devem operar a níveis de tensão compatíveis, e também com um terra comum. É sabido que o Arduino trabalha a 5V. Por outro lado, o Raspberry Pi trabalha a 3,3V, o que torna necessário, no mais das vezes, um circuito para acoplar os dois. Ocorre que, no caso dos terminais especializados em I²C do RPi existem dois resistores que protegem as portas da tensão maior do Arduino, Essas são as duas únicas portas do Pi que tem essa proteção, ou seja, se vc for conectar quaisquer outras portas do Pi a um Arduino ou outro device que trabalhe com 5V, é necessário fazer um acoplamento, sob pena de "fritar" o seu Pi. Para saber como acoplar, pesquise sobre divisores de tensão . Tanto o Arduino quanto o Pi tem portas especializadas para a conexão I²C. Assim, a conexão deve ser feita da forma abaixo: ...

Enviando email do seu Raspberry Pi

Mostrei  aqui  outro dia como se fazer um sensor de presença tipo PIR funcionar no Raspberry. Então agora podemos detectar a presença de alguém em casa, mas como avisar alguém disso? Que tal se o Pi mandasse um email cada vez que alguém entrar no seu quarto? Para isso temos que primeiro configurar o nosso RPi para enviar mensagens de email. É isso que vamos fazer a partir de agora: - Precisamos de uma conta de remetente, que iremos usar para enviar nossos emails. O exemplo que vou usar é de uma conta no gmail, mas em princípio pode ser usado qualquer outro servidor smtp, como Outlook ou mesmo o seu próprio provedor. A conta do meu exemplo é a automatobr1@gmail.com . Detalhe: para entrar em contato comigo NÃO mande email para essa conta, eu não a monitoro. Para falar comigo use os comentários desse bloco. Se quiser entrar em contato em privado, deixe uma mensagem falando isso e eu entro em contato. - Precisamos de uma aplicação tipo MTA (Message Transfer Agent). No ...

Sensor PIR de movimento

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Ontem no Automação do Parque uma turma que está fazendo um projeto de automação residencial reapareceu. Uma das demandas que tem o projeto deles é um sensor de presença, para funcionar como um alarme. Aí nos dedicamos a entendê-lo e usá-lo a partir do Raspberry. Como eu também tenho um, resolvi usá-lo também num projeto de MQTT que vou escrever mais tarde. O sensor de presença mais barato e comum é o PIR (Passive InfraRed), ou sensor passivo baseado em infravermelho. O sensor propriamente dito é esse aí: Dois pinos para alimentação e um para o sinal. Para usar em projetos normalmente se usa um dispositivo "inteligente", que já vem com um amplificador de sinal e também permite ajuste da sensibilidade e da latência (o que possibilita o sistema parar de dar alarme depois de um tempo se o movimento continua. Fica assim: Foi um esses daí que a gente usou ontem na brincadeira, e também é muito semelhante ao que eu tenho. Essa parte branca de plástico é uma lente coloc...

MQTT - O protocolo da IoT (Internet das Coisas) II

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Primeiros exemplos de software Nesse post vamos ver como é fácil trocar mensagens usando-se o MQTT, em diferentes linguagens e sistemas operacionais. 1) O Broker Para os nossos testes usaremos o broker do Eclipse, que é publicado pelo site iot.eclise.org . É muito fácvil usá-lo, vc não tem que fazer inscrição nem nada, basta acessar o endereço iot.eclipse.org na porta 1883 com um cliente MQTT e pronto. Na realidade é um broker Mosquitto que os caras deixaram "aberto ao público". Outros clientes MQTT públicos podem ser encontrados aqui . 2) Python no PC Vamos começar com o Python para aprender como conectar coisas através do MQTT. Importante:  todos os exemplos em Python desse blog são em Python 2.7. Devem funcionar para versões mais recentes. O que precisamos: 1) Instalar o Python no Windows. Para isso, aqui tem um bom roteiro em português. 2) Instalar o cliente MQTT Python para que esteja disponível para nosso uso. Para isso, siga o roteiro abaixo.  Se v...

MQTT - O protocolo da IoT (Internet das Coisas) I

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Srs frequentadores deste, Nos próximos posts vou fazer uma série sobre MQTT. A ideia é fazer como na série que fiz sobre PID , que até hoje são dos posts mais acessados desse blog. Seguiremos as mesmas premissas, a saber: - Rigor na teoria, abordando com precisão os conceitos envolvidos. - Apesar disso, uso de uma linguagem mais coloquial, facilitando o entendimento. - Abuso de exemplos práticos, relacionando o MQTT com outros assuntos. Boralá? O que é MQTT MQTT "stands for" (como dizem os conterrâneos do Obama)  Message Queue Telemetry Transport, ou Fila de Mensagem para Transporte de Telemetria.  É um protocolo (mais um!) do tipo publicar/subscrever, o que significa que "algo" publica mensagens em algum lugar e outro "algo" subscreve (assina, no sentido de assinatura de jornal/revista), recebendo as mensagens publicadas. Nesse tipo de protocolo não há comunicação direta entre o emissor e o receptor da mensagem, ou seja, não é "peer-to...

Trinket, o menor Arduino-like II

Para testar a nossa plaquinha (depois de rodar o Blink, claro), resolvi acionar um servo. A lib de servo que vem com o Arduino não rola, porque o ATtiny não tem timer de 16 bits. Para "tocar" um servo precisamos então de uma outra lib, compatível. O povo da Adafruit fez uma, que vc pode baixar daqui . Essa lib tem um pequeno inconveniente: vc tem que chamar a rotina de refresh dela a intervalos de no máximo 20 milissegundos. Vamos analisar cá um exemplo. É o que vem com a lib, simplificado: #include <Adafruit_SoftServo.h> #define SERVO1PIN 0   Adafruit_SoftServo myServo1; void setup() { // Seta a rotina de interrupção (ver depois do loop)   OCR0A = 0xAF;     TIMSK |= _BV(OCIE0A);   myServo1.attach(SERVO1PIN); } void loop()  {   myServo1.write(0);   delay(2000);         myServo1.write(90);   delay(2000);         myServo1.write(180);   delay(2000);       } // Essa r...

Trinket, o menor Arduino-like I

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Dia desses comprei três Trinkets  na Amazon, mas no fim só chegaram dois, :(. Dei um pro Euclas e fui brincar com o meu. Eis aí as primeiras impressões. O hardware Essencialmente o Trinke é uma plaquinha baseada no ATTiny85 , processador de 8Kb de memória flash (para programas), 512 bytes EEPROM e 512 bytes SRAM. Com o bootloader (programa que recebe os programas que mandamos pela serial os "roda" no processador) sobra-nos pouco mais de 5k para trabalhar. Não dá para desenvolver nenhum Excel, mas dá para fazer aplicativos simples de automação residencial ou mesmo pequenos robôs. Vou fazer alguns para postar por aqui. Aqui, a plaquinha mais de perto: Dá prá ver aqui as características da bichinha. Existem dois modelos: 5V e 3V3, me arrependi de não tem comprada nenhuma de 3V3 para conectar direto do Raspberry. - Conector mini-USB para conexão ao PC e também para alimentação. Isso é muito legal, porque dá prá programar diretamente no PC e enviar o programa sem te...

Controle PID de Potência em Corrente Alternada - Arduino e TRIAC - Parte VI

Nesse último artigo da nossa série sobre PID, vamos estudar um caso prático de uso dessa técnica em um sistema de controle. Os outros posts podem ser lidos em: Controle de Pot. em CA - PID, Arduino e TRIAC - Parte I Controle de Pot. em CA - PID, Arduino e TRIAC - Parte II Controle de Pot. em CA - PID, Arduino e TRIAC - Parte III Controle de Pot. em CA - PID, Arduino e TRIAC - Parte IV Controle de Pot. em CA - PID, Arduino e TRIAC - Parte V Como é comum nessa plataforma tão versátil que é o Arduino, existe uma biblioteca pronta para quem quer implementar controles baseados em PID. Essa biblioteca é a PID Library . Ela nos livra do trabalho de calcular a função PID, todo o cálculo já está implementado "dentro" do objeto PID definido. O cálculo não é complicado, quem tiver lido e entendido esses posts que fiz e quiser dar uma espiadinha no arquivo PID_v1.cpp vai entender perfeitamente a implementação. O jeito de usar é simples, tb. De posse dos valores de  K p ,...